Após conceituar sobre o primeiro contato médico paciente, ainda bastante esclarecedor em todas suas etapas, seja a anamnese ou o proprio exame físico, e ainda definir diretrizes governamentais que buscam estimulo para pratica de saude em áreas mais modestas, como os programasa Provab e Mais Médicos no Brasil, vemos que embora pouco ainda se tenha melhorado, temos construido recentemente soluções viáveis para a problemática da instituição de saúde nos interiores.
Ainda que falte muito a se evoluir, outros programas dispostos em portarias, como a Estratégia da Saúde da família tem ainda buscado converter a pratica corretiva em uma pratica mais humanizada, a preventiva, desde um acompanhamento do paciente por toda uma equipe de profissionais da área capacitados para tal fim, às campanhas de vacinacao contra patogenos endêmicos.
Diante de tais medidas, para a concretização de uma boa qualidade de vida nessas populacoes nao é necessario massivos investimentos em aparelhagem para realizar exames complexos nesse momento, é necessario o básico para que se dê um primeiro passo em direção do caminho certo. Afinal, nao há como se pular degraus e esperar bons resultados. Alternar as medicinas nesses ambientes em uma medicina básica e preventiva, minimizando a busca apenas por "correção" e cura, e garantindo uma medicina mais desenvolvida, com aparelhagem e exames complexos em centros urbanos nao muito distantes (assim como a garantia de transporte fácil, acessível e prático - eficiente) tem se mostrado a melhor forma de recuperarmos a Saúde.
Convém ainda aumentar o contato dos profissionais ainda na formação acadêmica com a realidade dessas regiões, não somente com debates expositivos, mas por meio de caravanas e ate mesmo atuação nas áreas enquanto ainda tem a mente aberta para novos conceitos. A banalização da medicina e todo o seu status deve ser também revista, uma vez que o ego do profissional as vezes tem influido nessa situação. A humildade é um dom que se faz fundamental numa profissão que lhe dá com todas classes e raças (não confudir entratanto a humildade com uma caridade ou favor).
E o financiamento governamental, por fim, para ampliar o leque das ferramentas que os médicos têm em mãos, tanto no sentido de infraestrutura, como no sentido de estímulo a empresas que trabalham na área de engenharia biomédica para a síntese de aparelhos práticos, funcionais e portáteis para a avaliação de problemas que o estetoscópio e outras técnicas até entao disponiveis não consigam diagnosticar, como o caso do aplicativo para celular que foi exposto anteriormente para a Avaliação Ocular do paciente.
Desta forma, daqui a não muito tempo, teremos um país, nao só com Mais Médicos, mas um país com Mais Saúde.